
Os pés de frango estão entre as exportações avícolas mais valiosas do Brasil, e a China continental e Hong Kong são, de longe, seus maiores mercados. Para o importador, um programa de pés bem-sucedido depende de três coisas: um frigorífico habilitado, uma especificação de padrão clara e documentos corretos.
1. Somente frigoríficos habilitados pela GACC
A Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) mantém a lista de estabelecimentos estrangeiros autorizados a exportar carne para a China. Um contêiner de planta fora da lista — ou não habilitada para aquele produto — será recusado na fronteira. Peça ao fornecedor o número do SIF e confira na lista da GACC antes de assinar.
2. Defina o padrão por escrito
“Padrão A” é um termo comercial, então defina-o no contrato:
- Peso mínimo por pé (normalmente 35 g ou mais)
- Película amarela externa retirada, cutícula limpa
- Sem queimaduras por amônia, calos pretos, hematomas ou ossos quebrados
- Tolerância máxima de defeitos por caixa
- Embalagem: normalmente caixas de 20 kg congeladas em bloco, às vezes com sacos internos de 1 kg
3. Documentos
Cada contêiner precisa do certificado sanitário internacional do MAPA no modelo acordado entre Brasil e China, fatura comercial, packing list, conhecimento de embarque e certificado de origem. Os rótulos devem trazer o número de registro do frigorífico no formato exigido.
4. Trânsito e cadeia de frio
Contêineres de Santos ou Paranaguá costumam levar 35–45 dias até os portos chineses. Os pés devem permanecer a −18 °C ou menos durante todo o trajeto; peça o registro de temperatura do reefer.
Como a MARYTHUR ajuda
Negociamos pés apenas de frigoríficos habilitados pela GACC, confirmamos a habilitação antes do contrato e enviamos os rascunhos dos documentos para sua aprovação. Veja nossa ficha de pés de frango ou solicite uma cotação.